sábado, 20 de agosto de 2016

Adão Mestriner

Adão Mestriner

Nasceu em 21 de Junho de1971 na cidade de Moji Mirim / SP / Brasil.

Seu primeiro contato com tintas e pincéis deu-se em 1983 na pintura de peças em gesso e decoração de cerâmicas a frio.

Em 1984 foi trabalhar no Atelier de Bernardina Fadul, onde aprimorou técnicas de pintura também em madeira, vitrais e restauração de imagens sacras, nascendo definitivamente o amor pelas artes.

Em 1986 iniciou a pintura acadêmica na cidade de Itapira – SP.

Em 1987 cursou pintura acadêmica em Santos – SP.

A paixão pela palheta ficou vidente em 1989, quando ingressou no Atelier de Rita Guarnieri em Artes Acadêmicas, onde também teve aulas com Tabajara Heliodoro de Campinas – SP.

A descoberta em 1992 do poder de transformar e deformar para melhor expressar são fantásticos e a Mestriner trás um novo horizonte artístico, onde já não importa mais o belo, mas sim a liberdade de expressão, de pintar como sente.

Em 1993 obteve Medalha de Prata no VI Salão de Artes Plásticas de Mogi Mirim/SP, com as Obras Anjo I Anjo II e Anjo III, com aplicação da técnica do tachismo.

Com materiais diversos e em 1994 com instruções de Janete Cunha Claro, a pintura de Mestriner ganhou asas para a criatividade, definindo um perfil contemporâneo em sua arte.

Em 1994 recebeu Menção Honrosa – VIII Salão de Artes Plásticas em Amparo e VII Salão de Artes Plásticas de Mogi Mirim/SP.

Muitas obras foram criadas em vários estilos durante os anos que se passaram, algumas com destaque: “Vida e Morte” em 2002 que receberam Medalha de Ouro no XV Salão de Artes Plásticas de Mogi Mirim.

Em 2004, com o desejo de imprimir uma marca, de criar uma obra genuinamente sua, assim como Manabu Mabe, Alfredo Volpi, Arcângelo Ianelli, Thomaz Perina e outros que saíram do acadêmico para a construção de obras contemporâneas, tendo no abstrato suas mais importantes construções poéticas, Mestriner iniciou sua pesquisa partindo do desenho de retratos femininos. Deixou de lado as técnicas acadêmicas e buscou eliminar as formas.
           
No mesmo ano, com a elaboração de outros estudos em papel, papelão, lona com lápis, giz de cera, tinta látex e esmalte sintético, passou por mais uma fase de eliminação de traços.

Em 2005, após vários experimentos, os resultados foram mais satisfatórios e tudo indicava que o artista estava no caminho certo... Produziu várias pinturas com aplicação de esmalte sintético onde, as faces de suas mulheres, já deformadas, demonstravam “olhares tristes”, receberam então o título de Mulher Maltratada.

Eram imagens em que o observador ainda percebia os traços de nariz, boca, cabelos, etc. Mas muito mais demonstrava seu sentimento de pesar, pelos maus tratos às mulheres pela violência masculina, fato lastimável de nossa espécie.

Em sua participação no XVIII Salão de Artes Plásticas de Mogi Mirim, suas obras receberam Medalha de Prata.

Fez várias mostras e participação com premiações em Salões de Arte e obteve Menção Honrosa XIX Salão de Artes Plásticas em Mogi Mirim.

A pesquisa continuou em 2006 e 2007 e suas pinturas foram perdendo o figurativismo. Algumas tiveram o tachismo como meio de aplicar as tintas, técnica que muito lhe agrada, descoberta acidentalmente em anos anteriores.

No ano de 2008, a experimentação foi maior de idade amplitude, com dezenas de estudos e ensaios em esculturas, utilizando gesso e sucata de metal.

Então se propôs a um desafio: Definir sua pintura em algumas pinceladas com o mínimo de cor, que não seria mais importante, mas sim o resultado da composição.

No XXI Salão de Artes Plásticas em Mogi Mirim, obteve Menção Honrosa, com obras desta nova fase.

Em 2010, conhece as Obras de Thomaz Perina, e então se deixa influenciar pela sua excelência, se dá a centenas de experimentos entre pintura, desenhos e colagens e o figurativismo se foi...

Em 2011, o rosto, face ou retrato, foi reduzido a um olho, nariz e um lado da face, uma síntese, a “Síntese da Face”, suas obras tiveram Menção Honrosa no 68º Salão de Artes Plásticas de Araras e no Salão Internacional – ANAP – Poços de Caldas/MG.

Bacharel em Ciências Contábeis desde 1992, Adão Mestriner finalizou o curso de Artes Visuais do Unar na cidade de Araras/SP em 2014, para aprofundar os conhecimentos sobre a História da Arte Antiga e Moderna, Crítica da Arte, Estética, Gravura, Escultura, etc. e todo o contexto artístico e Filosófico em que a arte está inserida, ampliando sua forma de pesquisa para aplicar no fazer da arte.

Com a poética realizada até os dias de hoje, o artista sente-se satisfeito com a caminhada, criou seu signo, às vezes não percebido de imediato pelo expectador que não conhece sua trajetória, mas que nos convida à reflexão do fazer artístico.

Foi catalogado no dicionário das Artes Plásticas - Julio Louzada.

Foi Patrono no 22º Salão de Artes Plásticas - Centro Cultural Lauro Monteiro de Carvalho e Silva - Mogi Mirim em 2009.

Congratulado pela Câmara Municipal de Mogi Mirim pela apresentação da Série Mulher Maltratada em 2010 e em 2013.

Participou de mais de 100 exposições no Brasil, Áustria e França e possui obras em acervos particulares e públicos municipais:

Particular: Áustria, Brasil, Estados Unidos e Líbano.
Museu Municipal Abelardo Cerqueira Cesar – Espírito Santo do Pinhal/SP
Museu de Artes Plásticas de Mococa/SP
Museu Histórico e da Porcelana de Pedreira – Pedreira/SP
Instituto Histórico e Cultural de Arceburgo – Arceburgo/MG
Biblioteca Municipal João XXIII - Mogi Guaçu/SP
CIESP Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, Regional Campinas – Campinas/SP
Centro Cultural Coronel Flamínio – Limeira/SP
Casa da Cultura – Araras/SP
Casa da Cultura – São João da Boa Vista/SP
Casa de Cultura – Euclides da Cunha – São José do Rio Pardo/SP
Pinacoteca Municipal  “Miguel Archanjo B.ªDutra” – Piracicaba/SP
Instituto HSBC Solidariedade – Curitiba/PR
Prefeitura da Estância Hidromineral de Águas da Prata/SP
Centro Cultural Lauro Monteiro de Carvalho e Silva - Mogi Mirim/SP
Câmara Municipal de Mogi Mirim/SP
Centro de Aperfeiçoamento do Magistério – Prefeitura Municipal de Mogi Mirim/SP
Coleção Particular – Rosangela Scheithauer – Viena – Áustria
Banda Lyra Mogimiriana – Mogi Mirim/SP
Embaixada do Brasil – Viena - Áustria
Casa do Povoador – Piracicaba/SP
La Chateou de Tronjoly- Gourin – França
Museo Del Baile Flamenco, Cristina Hoyos – Sevilla - Espanha


























Nenhum comentário:

Postar um comentário